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Mobile Learning: Tendência para escolas em 2017

Mobile Learning: Tendência para escolas em 2017

O Mobile Learning está ganhando espaço nas instituições de ensino de todo o Brasil e do mundo. Nessa modalidade de ensino, as crianças e adolescentes aprendem com a ajuda dos meios digitais e dispositivos móveis. Estes estão cada vez mais sofisticados e crescem rapidamente, principalmente com maior acesso à internet.

A relação entre o mobile e o aprendizado dos alunos se torna quase automática por conta do potencial dos dispositivos e a rapidez em que apresentam conteúdos interessantes. O mLearning pode ser usado por professores, alunos, instrutores, escolas e pais, facilitando o acesso a cursos, testes, pesquisas online, jogos educativos, portfólios, grupos de estudos, e-books, entre outros.

Veja algumas vantagens desses métodos!

  • Leitura: o aluno e os professores podem acessar inúmeros e-books, textos, artigos, notícias e demais conteúdo por um tablet ou smartphone, por exemplo.
  • Realização de testes e exercícios: possibilita a realização de provas online obtendo resultado e comentários instantâneos. Simulados de vestibulares, por exemplo, são uma das possibilidades do mLearning.
  • Interação: talvez esse seja o grande trunfo no mLearning. A possibilidade de interação com trocas e mensagens instantâneas entre alunos e alunos, alunos e professores, professores e professores acontece de forma mais efetiva.
  • Ensino EAD: Diversas escolas oferecem cursos à distância, com parte do aprendizado em plataformas online. Nelas há como acessar conteúdos, fóruns de discussão, exercícios e tirar dúvidas com os professores.

Um bom exemplo da utilização do mLearning na pratica, são os aplicativos para aprendizado de idiomas. Neles, além da possibilidade de acesso à regras e vocabulário o aluno pode interagir com nativos do idioma que deseja aprender para aprimorar o entendimento.

Conheça algumas tendências de mLearning:

  • Big Data: permite a geração e análises de grandes volumes de dados, auxiliando no monitoramento de tráfego, audiência e interações, previsão de senários futuros.
  • Web design responsivo: nele é possível adaptar de forma automática o design do conteúdo de acordo com o tamanho da tela. Relaciona-se, também, com a responsividade. Dessa forma as interfaces se tornam mais personalizáveis, buscando uma melhor navegabilidade para alunos e professores.
  • Densidade do conteúdo apresentado: outra tendência é criar cursos mais leves e dinâmicos e não conteúdos pesados e maçantes. No primeiro caso a comunicação e o aprendizado se efetivam mais rapidamente.

Logicamente que, como tudo que é novo, é necessário paciência para implementação e possíveis erros nas interfaces de eLearning. Outro fator é investir em treinamento para que professores e alunos se adaptem a essa nova realidade. Apesar da internet não ser assim tão recente, o uso mais efetivo e dinâmico do meio se deu nos últimos anos, e nem sempre os profissionais estão preparados para usá-los. É preciso tirar o estigma que a internet gerará apenas distrações, mas sim facilitará o processo de aprendizagem.

É preciso criar barreiras e medidas para que, de fato, os meios não causem distrações, mas se tornem aliados do aprendizado em sala de aula.

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Para os Pais, Para a Escola, Para os Alunos

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